O Fator-X e Dias de Um Futuro Esquecido ou Cura GAY

Sabe quando tu é criança e quer ser super herói? Você quer voar, andar pelas paredes e respirar debaixo d´água? Pois então. Todos nós, em algum momento da infância, ou até da vida, já almejou algum poder especial.

Lembra na tua formatura, quando você tropeçou na escadaria ao festejar o canudo? Deu vontade ficar invisível, não deu?

Mas, como disse alguém certa vez: “_Grandes poderes, trazem grandes responsabilidades!” Eu, particularmente, me via salvando o mundo, ou a minha cidade de um Monstro Gigante Destruidor Alienígena, eu era o mocinho e isso era o que importava porque “eu era o mais”.

Mas agora, penso diferente, pois me ocorre a possibilidade do tal Monstro Gigante Destruidor Alienígena ser talvez um Refugiado Intergalático apenas necessitando de um lugar para viver em paz.
Achava inovadora a idéia de um grupo de heróis onde alguns nasceram com super-poderes e outros, manifestaram suas habilidades (leia-se diferenças) na puberdade ou até mesmo na fase adulta. É isso aí! falamos de X-MEN. Eu e colegas da época achávamos hipócritas o Governo retratado naquela ficção, afinal, quem eles pensavam que eram? Que história é essa de querer curar os X-MEN? Que culpa tinham essas pessoas? Será que aquela menina tinha culpa de não poder tocar em uma outra pessoa?

Imaginemos aqui, pessoas que para serem aceitas pela sociedade, não tinham o direito de continuar sendo diferentes, elas precisavam ser “CURADAS”. Curadas? Como assim curadas? Como é possível curar algo que não se conhece a causa em sua totalidade? Na ficção, buscava-se a cura para o tal FATOR-X mas, meus amigos, observemos que um tipo de Fator-X já está presente em nosso meio e ouço vozes que se levantam pregando a busca pela cura desse Fator.

Hoje em dia, ao nosso redor, existem pessoas que, assim como aqueles heróis da ficção, não desejam nada além do direito de ser diferente. Para que curar pessoas que, até onde sabemos, não estão doentes, ora? Que busquem a cura da AIDS, que busquem a cura para a CORRUPÇÃO!

Não vejo mais graça em X-MEN pois, temo que no futuro, aconteça como na ficção e que com o fracasso da cura, venha o extermínio.

Donald “trunfo” Trump

Caricatura de Donal Trump
Pois então, até o sobrenome do cara é triunfo, sinônimo de vitória. Mas, como disse em certa ocasião o amigo André Rodrigues – Cabra da Peste, sobre a rápida ascensão de Donald rumo à presidência dos Estados Unidos:

Nunca, em toda a minha existência, me deparei com a humanidade tão próxima à extinção como vejo agora.
André Rodrigues – Cabra da Peste

E a Dory “se achou”

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E é isso aí… O que se esperava está sendo confirmado e Procurando Dory, a parceria entre Pixar e Disney Animation segue nadando na frente da concorrência e se mantêm em 1º lugar em seu terceiro fim de semana, isso não é pouca coisa, considerando tanto O Bom Gigante Amigo e A Lenda de Tarzan, embora o segundo não seja lá um desastre por completo.
O tema da continuação de Procurando Nemo, focada nessa carismática personagem azul têm tornado difícil o desempenho do Bom Gigante Amigo apesar da direção assinada por Steven Spielberg.

Por que o mito de Tarzan não funciona mais?

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Poucos heróis modernos são tão famosos quanto Tarzan, talvez o personagem mais conhecido a partir de um romance do século XX cuja lenda, Hollywood tem alimentado durante os último cem anos e a cada dois anos, nos deparamos com uma nova adaptação do personagem.

Ao contrário de O Livro da Selva, o novo filme não pôde lançar a bagagem racista e sexista da sua história original.

Os criadores de A Lenda de Tarzan tomaram uma decisão ousada ao importar um novo elemento importante para dentro dessa nova narrativa: a figura histórica de George Washington Williams. Williams era um soldado, político e escritor cuja peça “Open Letter to His Serene Majesty Léopold II” de 1890 condenava o tratamento desumano adotado no Congo sob o regime belga.
O novo enredo transforma Tarzan num herói abolicionista e abafa o fato de que a própria família de Tarzan, Greystokes no original, faziam parte da classe dominante imperial. Tentou-se, sem sucesso resolver dois problemas: contar a história por um novo ponto de vista e torná-lo politicamente atual mas, ao resolverem o primeiro, se enroscaram no segundo e dessa forma, a escolha mais inteligente do roteiro é também o seu principal erro.